Tumblr dedicado à grande escritora Iolanda Valentim. Mentira. Eu sou a Iolanda e não, não sou nada. É só meu tumblr mesmo. Escrevo uns textos de vez em quando e é isso aí, sou legal e não gosto de fazer descrição.
O caminho é este, tem pedra, tem sol, tem bandido, mocinho, tem você amando, tem você sozinho, é só escolher, ou vai, ou fica. Eu fui. — Martha Medeiros.
E finalmente, sem saber ao certo porque o fiz, comecei a andar para frente. Eu só sabia de uma coisa: era eu que me movia e ninguém mais. — A Hospedeira.
Não há quem não feche os olhos ao cantar a música favorita. Não há quem não feche os olhos ao beijar, não há quem não feche os olhos ao abraçar. Fechamos os olhos para garantir a memória da memória. É ali que a vida entra e perdura, naquela escuridão mínima, no avesso das pálpebras. Concentramo-nos para segurar a dispersão, para segurar a barca ao calor do remo. O rosto é uma estrutura perfeita do silêncio. Os cílios se mexem como pedais da memória. Experimenta-se uma vez mais aquilo que não era possível. Viver é boiar, recordar é nadar. — Fabrício Carpinejar.
Eu é que tenho mania de – uns chamam de dom, outros de doença psíquica, e eu gosto de conceber isso como um estilo de vida – romancear tudo. — Gabito Nunes